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[FP] Magnus Eldritch Sibley

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Mensagem por Magnus Eldritch Sibley em Sab Mar 16, 2019 4:57 pm

Magnus Sibley
i. RAÇA: Bruxo;
ii. IDADE: 361/27;
iii. PROFISSÃO: senador/arqueólogo
iv. AFILIAÇÃO: aqui;
v. POSIÇÃO:aqui;
vi. ORIENTAÇÃO SEXUAL: Homossexual;
vii. NACIONALIDADE: Britânica;
viii. APELIDO: Nenhum.
Força
03
Inteligência
02
Energia
05
Destreza
05
Agilidade
07
Resistência
03
Personalidade
Magnus desde sempre teve um desejo de justiça, sempre acreditou que o mundo pertencia aqueles que o compreendiam e sabiam como ele funcionava – ou seja: os bruxos. Para o arqueólogo, geneticista e também senador, o mundo é movido pela inteligência, que é o maior ouro que a humanidade poderia querer. Desde sua época como um mortal bruxo ele sempre influenciou a política e o fluxo natural dos acontecimentos humanos, tudo no intuito de obter mais conhecimento e tentar contornar a maldição que aflige sua família, e como um imortal sua pretensão de se sentar em cargos de liderança só cresceu, tornando-o uma figura quase mítica; mexendo pauzinhos aqui e ali para ajudar ou atrapalhar a raça humana. Seja para ajudar os humanos ao implantar na mente de Hitler como ele deveria se suicidar ou fazendo a Disney traumatizar eternamente crianças com a morte do Mufasa, Magnus sempre busca o conhecimento, o poder e, o mais importante, restaurar a glória de sua família ao remover a maldição que tanto atinge os Sibley, além, claro, de encontrar os responsáveis por amaldiçoarem sua família.

História

1665
Londres, Inglaterra

— Madalena, você precisa fazer um pouco mais de força... — as mãos suadas de Jeffrey, esposo da mulher moribunda, acariciavam-na e retiravam fios castanho-claros de sua face coberta por suor.

Entre as pernas separadas da mulher, os lençóis e panos se encontravam empapados de sangue rubro, uma criada olhava com os olhos arregalados com medo pela vida da sua senhora. Ela trocou um olhar com Jeffrey, que assentiu hesitante incitando-a a continuar com o trabalho de parto. Janet quis argumentar, falar pela milionésima vez que aquela era uma gravidez de risco e provavelmente Madalena não sobreviveria. Entretanto Jeffrey sabia que ela sobreviveria, afinal já foi notado por todos do clã que Madalena possuía um filho com magia, e aquilo a maldição jamais poderia retornar.

Vejam bem, na família Sibley há uma maldição que acomete somente os homens. Não se sabe exatamente a origem, mas sabe-se que sempre que um homem da linhagem Sibley está prestes a nascer, sempre há dois caminhos. No primeiro caminho, a mãe morre no parto e o filho já nasce com terríveis problemas mentais, completamente transtornado e sem magia alguma, com incapacidade de viver uma vida normal, inclusive sem poder vir a ter filhos. Já no segundo caminho, a mãe fica com perfeita saúde durante toda a gestação, parindo um garoto jovem e forte, com inteligência acima da média e magia poderosa digna da família, com uma semente poderosa capaz de fazer jovens donzelas engravidarem gêmeos e trigêmeos de uma só vez, estes nascendo com dotes além da média em questão de magia.

Mas algo de errado ocorrera. Seu filho possuía magia, mas ela estava fraca demais, contrariando a ordem “natural” da maldição imposta sobre os Sibley. Todos acharam que era um erro, que a magia sentida no feto poderia ser a própria força vital de Madalena, mas Jeffrey podia sentir: seu filho tinha sim magia consigo. Mas então por que ele estava matando a sua própria mãe durante a sua vinda ao mundo? Mas não houve tempo para lamentações, logo Magnus nascia enquanto toda a força vital da pobre Madalena se esvaía num piscar de olhos, sua cama encharcada de sangue.

1691
Salem, Massachusetts, EUA

A família Sibley havia ido até Salem, onde se estabeleceram e rapidamente se tornaram a mais nobre e rica nata da cidade. Graças ao intelecto superior e aos dons mágicos do bruxo, não demorou para que a carreira de Magnus alavancasse e tornassem todos os Sibley um nome a ser lembrado. A exploração da América havia tido um pouco do dedo da família, mas que, diferentemente dos holandeses e britânicos perversos, a família estendera a mão aos índios e aos africanos que vinham em navios. Dessa forma, os Sibley tiveram um grande conhecimento mágico, ampliado graças ao estilo de feitiço diversificado dos dois povos. Entretanto, um problema ainda assolava Jeffrey.

Como um seguidor fiel das tradições familiares, Magnus assim que completara seus dezoito anos começara a dormir com inúmeras mulheres escolhidas a dedo pelo patriarca da família, mas sem sucesso algum. Depois de anos, o bruxo chegara até mesmo a desistir, apesar da insistência de seu pai no caso. Com um feitiço feito à beira de uma lareira, o bruxo pôs sua semente em um copo cheio de terra e proferiu as palavras em grego antigo, pondo-o próximo das chamas. Da terra emergiu apenas pedaços pretos de terra, concluindo assim que Magnus era infértil. Mais uma vez, ele contrariava as regras da família sem querer. Primeiro, ele assassinara sua mãe no parto, mesmo sendo portador de magia, e agora ele se provava infértil, coisas que não deveriam acontecer.

— Eu não sei mais o que eu posso fazer, papai. Eu preciso prosseguir com a linhagem da família, mas sou incapaz! — Magnus chorava com a cabeça apoiada nos braços, e eis que seu pai alisa seus fios compridos, sorrindo docilmente, como sempre aprazível.

— Tentou mudar isso com os seus poderes?

— Sim, já fiz de tudo! O que mais eu poderia vir a fazer? — Exasperou-se o bruxo, os olhos estreitos enquanto fitava o seu mentor e progenitor. Com um olhar misterioso, o homem retirou um pedaço de papel do bolso, aparentemente antigo e empoeirado, muito castigado pelo tempo.

— Há muitas eras atrás, um Sibley tentou e conseguiu ter êxito em tornar-se fértil de novo. Mas querido, é preciso ter cuidado, pois é preciso muitos sacrifícios. — A palavra “sacrifício” ecoou na mente de Magnus, porém, levado pelo desejo de não desapontar o seu pai, apenas assentiu e pegou o papel.

— Como sacrificar pessoas sem chamar a atenção?

— Simples. Ouviu falar que na zona sul e pobre da cidade estão começando a surgir acusações de bruxaria? Você pode usar esse medo generalizado e usar ao seu próprio favor.

A ideia brotou no interior de Magnus, que logo colocava as engrenagens de sua mente para funcionar e então elaborava um plano complexo para conseguir fazer o que tanto desejava. Ele não se sentia bem em matar pessoas, mas ele precisava fazer aquilo pelo bem de sua família, pelo seu próprio bem, ele precisava ter sucesso. Então, se pessoas tivessem de morrer para isso, que fosse.

1692
Salem, Massachusetts, EUA

Aquela era a décima terceira mulher a ser enforcada por bruxaria na cidade. Enquanto a cidade aplaudia e gritava ordens de “queime no inferno”, de cima de sua casa suntuosa o bruxo de longos fios observava tudo pela varanda, os olhos gélidos acompanhando o movimento pendular do corpo pendurado da jovem dama. Deveria ter seus dezoito anos, no máximo. Magnus não tinha interesse em suas histórias, idade ou se realmente eram bruxas, desde que elas fossem enforcadas a poucos metros de sua residência e ele pudesse canalizar a energia do sacrifício para poder ir preparando o seu feitiço. A cada morte, um animal diferente era morto e o seu sangue enchia um enorme painel de bronze que formava um labirinto coberto por sangue, cujo centro era um pentagrama, ainda vazio.

Agora, com a última mulher a ser assassinada, o último animal foi então morto, o pescoço da águia quebrado e o seu sangue derramado sobre o painel, os relevos grossos formando um complexo labirinto, cujo centro agora era finalmente preenchido por sangue. Pondo a mão direita sobre o enorme objeto, com cerca de um metro de diâmetro, o sangue tornava-se negro à medida que subia pelos braços do bruxo e o encobria por completo, a massa de cor de piche movimentando-se e tornando-se uma segunda pele. Por fim, quando todo o corpo do feiticeiro se encontrava com uma coloração negra e úmida, todo o líquido se concentrou numa única região: seu pênis. Abrindo os olhos e sentindo o corpo ser envolto por uma energia quente, Magnus imediatamente saiu de seu quarto secreto e chamou por sua esposa, pois sabia que tinha filhos para fazer.

***

Lentamente, Magnus piscou os olhos enquanto observava com espanto a sua casa em ruínas. O fogo se alastrava rapidamente por conta da forte ventania e os esforços dos moradores pareciam serem ineficazes contra aquele mal de cor âmbar que se espalhava e consumia toda a madeira de sua residência. Ele sabia que aquele seria o seu fim, que só poderia ser uma maldição. Ele lembrava-se perfeitamente do momento mágico em que pôde sentir sua magia fluindo, sua semente botando frutos no interior de sua esposa querida, quando bem atrás de si o espelho do quarto se quebrava em mil pedaços e fogo brotava da lareira apagada há muito tempo. O corpo de sua esposa começou a derreter e então as chamas subiram.

Talvez fosse mais prudente Magnus ter se concentrado em descobrir as origens de sua maldição familiar e desfazê-la ao invés de buscar burlar ela somente por um dia. As consequências haviam sido devastadoras: sua esposa morrera e com ela toda a sua chance de gerar herdeiros. Indo à procura de seu pai, o mesmo recomendou que ele fosse afogar suas mágoas em um bar e transasse com a primeira mulher ou homem que encontrasse. Porém, estranhamente o corpo da mesma se liquefez como metal jogado a um vulcão ativo, e então Magnus teve de esperar passar o período de vinte e quatro horas para poder tentar mais uma vez gerar um herdeiro.

Mas nada aconteceu, ele estava infértil mais uma vez.

***

Decidido a acabar com a maldição que acometia a sua família, o bruxo decidiu que a única maneira para acabar com aquilo era se transformar em um vampiro e passar a eternidade buscando maneiras de contornar e desfazer a maldição. Sem alternativas, suas únicas opções eram se transformar em um imortal ou morrer jovem, com poucas informações acerca de suas raízes. Entretanto, eis que um lorde rico e dono de uma fazenda remota e cheia de festas ocultas acabou entrando no caminho do bruxo. Cheio de palavras doces como o mel e com uma língua afiada como uma espada, Lestat ofertou diversas páginas perdidas do grimório de sua família e até mesmo revelou possuir consigo o ritual para que o bruxo vivesse para sempre sem perder sua magia. A vida de ambos seria conectada para sempre e, enquanto o vampiro vivesse, o bruxo viveria. Aceitando sem nem pestanejar, Magnus mal podia prever o male que traria para si. Entretanto, no feitiço havia um porém: Magnus não poderia ficar muito longe de Lestat ou a conexão se encerraria e o lado mortal pereceria.

***

Aceitando a oferta de Lestat, Magnus se mudou para a casa do vampiro, permanecendo intocável e inalcançável de tudo e todos, servindo ao imortal como ele bem quisesse. Sexo, limpar a casa, ser seu parceiro na cama... basicamente, o Sibley se vendera como um escravo pessoal do loiro, sendo impossibilitado de sequer sair de casa sem a permissão dele. Com o tempo, os dois passaram a viajar juntos, coletando artefatos, páginas perdidas do grimório Sibley e outros livros escritos por seus antepassados. Juntos, Lestat e Magnus foram parcialmente felizes, apesar da natureza tempestuosa do moreno fazê-lo explodir em acessos de raiva ao ser controlado, enquanto o loiro possuía suas doses de ódio motivados pelos ciúmes. Em meio a tantas brigas, eis que, um dia, sozinho na ampla biblioteca de seu amado, o feiticeiro encontrou uma segunda página do feitiço de conexão, que comprovava que não era necessária a proximidade entre o bruxo e o vampiro, portanto, seu "querido esposo" havia lhe enganado para mantê-lo por perto. Numa noite especial, preparou um banquete para o seu marido e, enquanto o mesmo era envenenado por verbena, Magnus decidiu fazer um feitiço.

— Eu poderia matá-lo bem aqui e agora, mas ao invés disso eu quero que você morra todos os dias por mim. — Essas foram as últimas palavras de Magnus que, após isso, fez um feitiço para que todo o amor do vampiro por ele morresse, junto de suas memórias. Sendo assim, Lestat não ficaria sequer tentado a cometer suicídio para cessar com a conexão. E, indo embora, Magnus foi ao mundo.

2017
Nova Iorque, EUA

O mundo passava por transformações lentas e venenosas, que iam lentamente destruindo antigos conceitos e criando novas histórias, novos caminhos. Mais perto do que nunca de completar seu grimório e reunir todos os sete itens necessários para realizar o ritual de remoção da maldição Sibley, Magnus se sentia mais poderoso que nunca. Porém, houve então o baque: o mundo desconfiava de seres sobrenaturais e agora ele precisava do dobro de cuidado. Os inimigos reunidos ao longo dos séculos lhe caçavam e ele não mais podia se esconder nas sombras. Sendo assim, ele decidiu criar sua carreira política, onde estaria seguro dentre os humanos e, caso algum dia a existência do sobrenatural estourasse entre os humanos, ele estaria num assento VIP, seguro de todo o mal. Além disso, ele precisava proteger os da sua espécie, reunir seus parentes e curar todos de sua maldição. Sendo assim, ele se lançou como prefeito de Nova Iorque, traçando uma trilha que o levaria adiante, claro, com uma ajuda aqui e ali da magia.

2025,
Washington, DC, EUA

Chegando ao posto de senador, o moreno aproveitou de sua influência e carisma para cativar os outros e sempre se manter por dentro de tudo, visto que, no fundo, ele sabia que um dia os humanos desconfiariam de algo e graças a sua alta patente ele poderia fazer algo a respeito. Não demorou muito, e logo ele se veria diante de um grande impasse: a descoberta do sobrenatural.

2026
Washington, DC, EUA

— Então, meus senhores, como arqueólogo eu tive o prazer de viajar por todo o globo e descobri inúmeras alusões a seres sobrenaturais em literalmente todas as culturas. Países longes e com povos que nunca se encontraram descrevendo exatamente o mesmo tipo de ser, ser este que descobrimos existir há milênios. Creio que essa seja a hora de nós, humanos, mostrarmos que está na hora de tomarmos as rédeas de nosso destino e de nosso conhecimento. — Magnus andava em torno da mesa, cheia de figuras políticas, militares e até mesmo o próprio presidente.

— Como começamos? — Perguntou um senador, curioso.

— Bem, há algumas cidades que se encaixam nos padrões de encobrimento de atividades inumanas. Devemos começar por Mystic Falls. — Jogando uma pesada pasta cheia de documentos, fotos, relatos e depoimentos sobre “ataques de animais” e afins, Magnus passeou os olhos por cada um dos homens presentes, sabendo que seu conhecimento era mais do que necessário entre o governo. Ele havia sido responsável pela destruição de vários cartéis de drogas, diminuição de mortalidade infantil, assassinatos e grupos terroristas. Ele era necessário.

Seu nome: Jon Von Kiefer, um rapaz com problemas mentais e que crescera num manicômio. Aparentemente um descendente Sibley com o clássico da maldição: infértil, sem magia e louco. Porém, de algum modo Magnus podia sentir que ele era muito mais do que isso, e ambos, juntos, poderiam vir a dar um fim na maldição de família. Indo até o local, descobrira que seu sobrinho estava longe e, percebendo que as paredes se fechavam ao seu redor, decidiu que era hora de buscar a ajuda do único capaz de protegê-lo: seu marido. Mesmo distantes, Magnus mantinha um olho no mesmo; empresa armamentista, rico e influente, poderia facilmente ser o fornecedor de armas para o governo e para seus esquadrões de elite que visavam rastrear e eliminar outros seres, além disso, ele tinha várias subdivisões interessantes que seriam úteis. Indo até o seu amado, já sabia o que tinha de fazer: beijá-lo, e então acordá-lo de seu feitiço. Provavelmente levaria uma surra, mas tempos desesperados requerem amantes loucos e apaixonados.

Habilidades Aprimoradas
i. HABILIDADE: Voodoo;
ii. HABILIDADE: Necromancia;
iii. HABILIDADE: Magia de Sacrifício.
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Mensagem por Bonnie Bennett em Qui Mar 21, 2019 4:10 pm


Ficha em Espera


Sua ficha contem um buraco muito grande entre os acontecimentos de Salém e a atualidade, com isso diversos detalhes ficaram em branco, como por exemplo: como o homem chegou a ser Senador? Já que este é um cargo de grande relevância para o país. Não é necessário que você narre cada um dos anos em que viveu, mas é bom ter um panorama geral, que dê ao menos um motivo para estar vivo todo esse tempo, caso contrário não teria motivos para um bruxo viver tanto tempo. Outro ponto é sobre sua profissão, que no perfil se encontra várias, escolha uma - a mais importante - e coloque lá.
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Mensagem por Magnus Eldritch Sibley em Dom Mar 24, 2019 3:31 am

Ficha editada conforme o pedido.
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Mensagem por Bonnie Bennett em Dom Mar 24, 2019 9:22 pm


Ficha em Espera


Com as alterações solicitadas, sua ficha foi de fato avaliada. Contudo, durante o processo, foi dectado duas questões:

i. Toda a dinâmica da maldição de sua família e como você é a brecha deste feitiço; contudo, a morte de sua esposa, pelo jeito como foi descrita, faltou uma conexão maior entre a maldição inicial e o erro do feitiço de sacrifício. É possível ver a ligação entre os elementos, mas no final não fica clara qual é a origem do fogo e se todos os pontos são de fatos ligados.
ii. Você explicou como se tornou um Senador e um Arqueólogo, porém, em momento nehum foi descrito como se tornou um médico e especializou em genética. Se de fato, essa carreria é importante para o desenvolvimento do seu personagem, é preciso dar detalhes e especificar bem como isso aconteceu.

Faça as correções mais uma vez e informe. Contudo, tenha em mente que não há vagas para bruxos disponíveis no momento.
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Mensagem por Magnus Eldritch Sibley em Seg Mar 25, 2019 1:08 am

Editado.
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Mensagem por Bonnie Bennett em Dom Mar 31, 2019 4:41 pm


Ficha em Espera


Sua ficha se encontra de acordo com o solicitado, contudo, não possuímos mais vagas para bruxo. Caso seja de sua vontade, poderá alterar a ficha para outro grupo.
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